arquivo | abril, 2011

Royal Wedding

Pelo que reparei do royal wedding  quem mais chamou a atenção foram os irmãos, Pippa e Harry. Aliás o que é esse Harry? Adoro quando Deus acerta! Cá entre nós, que ódio  quando Ele dá beleza, dinheiro e charme pra um mocorongo. E de mocorongo já basta o príncipe Charles. Outra coisa que ficou muito clara para mim, é que o fruto não cai longe do pé! O que são aqueles chapéus das filhas da Sarah Ferguson? Mamãe onipresente na festchinha. Do casamento mesmo gostei daquela daminha infernal, que não bastasse ser feia, ainda ficou fazendo careta. Aposto que foi a Camilla que levou essa criança. E, putz, pense que alegria não precisar ficar esperando diaaas pelas fotos e vídeo do casamento. Só chegar em casa e ligar a Tv. Falando em tv, e essa despirocada da Gimenez? Que dom em faturar com o sucesso dos outros! Seguem as fotinhos, enquanto aguardamos cenas dos próximos capítulos.  (RM)

Reparei…

Que nem sempre gosto de animais treinados…

(RM)

Dora e Nicolau

Aos 96, minha avó é figura central na família. Costuma reclamar que a conta da farmácia é um “colosso”.

 – Minha filha, paguei uma “fábula” nessa remediaiada  toda que aquele “songo mongo” do médico quer que eu tome. Quer saber? Liguei pro chaaato do fisioterapeuta e cancelei. Não quero fazer alongamento, detesto, não vou fazer e pronto. Eu queria “pinicar” logo mas não há meios….

– Minha filha, aquela fulana da novela tem uma “padaria” enorme você não acha? Quando ela aparece eu “fecho” a televisão na mesma hora. Ah, tenha santa paciência.

– Como vai o Ricardo? Diz que “eu mandei fazer uma visita”.

– Você não devia dirigir por aí  à noite minha filha. E se fura um “pneumático”? Tem muito “gatuno”, não se deve mesmo sair sozinha.         Com certeza,  Nicolau não aprovaria isso.

E já que ela falou nele…esse meu avô Nicolau dizia que  quando eu resolvesse prender o cabelo num “birote” ele pagaria radiante o cabeleireiro. E também me fazia demonstrações de como dirigir suavemente, sem freadas bruscas.    (RL)

A princesa e a plebeia

Amanhã é o último dia para declarar imposto de renda. Lembro quando sonhava em sair da categoria de isento. Quanta euforia ao preencher a primeira declaração em que seria tributada. Demorei anos para alterar esse status e, por isso, declarei com enorme satisfação minhas conquistas, pagando com prazer minha dívida com a receita. Maldito sonho, era feliz no anonimato da minha isenção e não sabia! Agora todo ano é mesma coisa, escancaro minha vida e ainda, caso tenha feito alguma coisa fora dos conformes, sou chamada para prestar esclarecimentos! Enquanto estiver aqui, brigando com o site da receita federal, xingando o governo, os impostos e a mim mesma, o mundo ganhará uma nova princesa. Será que enquanto eu sonhava com minha declaração tributada Kate M. sonhava com a coroa?  Sei lá. Só sei que enquanto ela estiver cortando fitinha em inauguração, trocando aquelas penugens que ela usa na cabeça por chapéu, cumprindo agenda de monarca e outros protocolos chatésimos, estarei aqui declarando e recebendo protocolo do IR, sonhando em voltar para a isenção. Quer saber: Não sei o que é pior, passar o resto da vida nessa relação com a receita ou com os Windsor… (RM)

Thumbs down

Se tem uma coisa que me irrita é desleixo e falta de consideração. Fazer as coisas por fazer,  pra tirar da frente, com zero de interesse e dedicação. Isso me deixa “fula da vida”. Não sou santa mas quando tenho que fazer alguma coisa pra alguém, aí sim que eu capricho. Minha filha, que tem 14 anos e é magrinha, me pediu segunda feira pós Páscoa pra comprar um ovo pro amigo secreto da escola. Fui no supermercado  e não comprei o primeiro – “Transformers”- que vi, nem o segundo – “Barbie”- , e nem o terceiro que era de outra marca lá que achei duvidosa. Fui na Ofner e não comprei. Fui na Kopenhagen e não comprei. Voltei ao supermercado e dessa vez encontrei um ovo legal, tamanho bacana, Suflair, da Nestlé. Comprei. Mérito nenhum na pesquisa já que dentro de um shopping fazer isso é muito fácil. Sabem que ovo ela ganhou? Um desses de marca esquisita e ainda por cima diet.      (RL)

Aprendendo a cozinhar

Adoro comer mas sou péssima cozinheira. Junto receitas, sigo as instruções, pego dicas com  amigas e o resultado é sempre o mesmo: um desastre. Nem brigadeiro sei fazer. Minha filhas, assim como meu marido, também adoram uma boa refeição. Percebendo a cilada que se encontravam com essa mãe que erra até miojo, compraram o livro ao lado. E um mundo novo se abriu a minha volta. Não, infelizmente  continuo o mesmo desastre: o bolo afunda, o arroz queima e continuo gritando, em uma atitude altamente madura, quando vou fritar alguma coisa e começam pular aquelas  bolhas de óleo. Mas elas descobriram o prazer de cozinhar. Transformam ovos e pães em  torradinhas deliciosas, além de pratos mais elaborados como peixe ou massa. A mim cabem duas tarefas: auxiliar no fogão para que não se queimem e saborear o que aquelas mãozinhas conseguem fazer. Elas descobriram uma maneira de me fazer útil na cozinha. E o mais gostoso: transformaram as refeições em momentos realmente deliciosos, daqueles que fazem a vida valer a pena! (RM)

Quando piso em folhas secas…

Sei que o outono chegou pra valer. O ar fica mais fresco, a piscina mais gelada, os pés pedem meia as 5 da tarde. Nesse feriado foi assim. Dentro de casa mais frio que fora.  Além de chocolate deu vontade de comer feijão branco, sopa de cevadinha, pão italiano com ovo e presunto cru. Vinho branco na sexta feira santa, só pra acompanhar o peixe. No mais, tinto, tinto, tinto. No condomínio onde passo finais de semana inclusive a Páscoa, os paisagistas escolheram o Plátano -nada brasileiro – pra decorar as ruas.

Então agora as folhas amarelam.



Seguem o ritual de secar e cair, espalhando seus montinhos pelo gramado.

Aqui faz mais outono que em outros lugares aqui mesmo.  (RL)

Reparei….


…que é assim que me sinto depois de passar 4 dias em regime de ovos de Páscoa. Dobras a mais, de puro chocolate!

Renova-te

Renasce em ti mesmo.

Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica-se os teus braços para semeares tudo.

Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.

Destrói os braços que tiverem semeado,
Para se esquecerem de colher.

Sê sempre o mesmo.
Sempre outro. Mas sempre alto.

Sempre longe.
E dentro de tudo.

Cecilia Meireles

Feliz Páscoa!

Essa é Dona Ilair

Todos nós a vimos no Jornal Nacional. Pra se agarrar a uma corda e não ser levada pela correnteza, D. Ilair teve que soltar seu cachorro. Uma imagem impressionante. Isso foi há 4 meses atrás, nas enchentes da serra carioca. Hoje o programa Lar Doce Lar reconstruiu a vida dela. Dona Ilair ganhou uma casa novinha, toda mobiliada e equipada. Seu filho faturou uma moto e, como alegria final, ela recebeu dos braços dos dois homens que a salvaram, outro cachorro. O animalzinho também foi vitima da mesma tragédia e até então vivia num canil de abandonados. Que incrível essa história. A desgraça entrou pela porta da frente, levou tudo e por  pouco não levou  também a D. Ilair. Existem muitas famílias que sofreram perdas iguais ou até piores. Pena que não existam muitos outros Lucianos Huck. Tenho a maior admiração por ele.        (RL)

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